Dizem que a arte imita a vida. As histórias retratadas nos diversos segmentos de mídia, de literatura a video games, passando por filmes e teatro, refletem nossa percepção de mundo com o toque especial da imaginação. E como todos sabemos, a vida não é feita apenas de alegrias. Por isso, quando alguém expõe os aspectos mais sombrios e degradantes que a mente humana pode criar, a controvérsia surge e faíscas começam a pular para todo lado.
Na indústria dos video games, isto é ainda mais verdadeiro. Levando em consideração que é uma forma de entretenimento interativa – o jogador toma parte na história – e sua tradição como algo voltado ao público jovem, quando assuntos delicados são abordados determinados setores da sociedade logo se pronunciam. Sejamos mais diretos: quando o tema de um game envolve tópicos politicamente incorretos como crimes, violência, drogas, sexualidade ou religião, vários lados se confrontam para determinar o que é aceitável e o que não é. Especialmente quando o título posiciona o jogador do lado “malvado” da história.
Pensando nisso, o TecMundo Games elaborou uma lista composta de dez dos jogos mais polêmicos já lançados – de um ponto de vista brasileiro, games sobre tragédias em outros países, por exemplo, não impactaram tanto o público nacional. Seja devido a seu conteúdo ou à forma como ele é abordado, todos causaram controvérsia de algum modo.
Jogos não matam pessoas
Pessoas matam pessoas
Antes de passar à lista, no entanto, cabe aqui uma explicação sobre nosso posicionamento a respeito do assunto. Acreditamos que, como toda forma de mídia, os video games por si só não induzem as pessoas a nada. Somos expostos a todo tipo de situações degradantes diariamente e faz parte do crescimento individual aprender a lidar com isso. Obviamente, limitações etárias devem ser estabelecidas para evitar o exagero, e os órgãos de avaliação dos jogos estão aí para garantir que isso aconteça. A partir desse ponto, cabe aos pais monitorarem seus filhos e educá-los de forma apropriada para compreenderem adequadamente o conteúdo que absorvem.
Além disso, gostaríamos de acreditar que todos os vendedores de jogos obedecem às normas de classificação de idade, não disponibilizando determinados títulos àqueles que não possuem maturidade para encará-los. Obviamente que sempre haverá dissidência, mas nós como sociedade devemos lutar para que as normas sejam obedecidas. Agora, sem mais delongas, seguem os dez video games mais controversos da história!
Os dez melhores
Ou piores!
Na indústria dos video games, isto é ainda mais verdadeiro. Levando em consideração que é uma forma de entretenimento interativa – o jogador toma parte na história – e sua tradição como algo voltado ao público jovem, quando assuntos delicados são abordados determinados setores da sociedade logo se pronunciam. Sejamos mais diretos: quando o tema de um game envolve tópicos politicamente incorretos como crimes, violência, drogas, sexualidade ou religião, vários lados se confrontam para determinar o que é aceitável e o que não é. Especialmente quando o título posiciona o jogador do lado “malvado” da história.
Pensando nisso, o TecMundo Games elaborou uma lista composta de dez dos jogos mais polêmicos já lançados – de um ponto de vista brasileiro, games sobre tragédias em outros países, por exemplo, não impactaram tanto o público nacional. Seja devido a seu conteúdo ou à forma como ele é abordado, todos causaram controvérsia de algum modo.
Jogos não matam pessoas
Pessoas matam pessoas
Antes de passar à lista, no entanto, cabe aqui uma explicação sobre nosso posicionamento a respeito do assunto. Acreditamos que, como toda forma de mídia, os video games por si só não induzem as pessoas a nada. Somos expostos a todo tipo de situações degradantes diariamente e faz parte do crescimento individual aprender a lidar com isso. Obviamente, limitações etárias devem ser estabelecidas para evitar o exagero, e os órgãos de avaliação dos jogos estão aí para garantir que isso aconteça. A partir desse ponto, cabe aos pais monitorarem seus filhos e educá-los de forma apropriada para compreenderem adequadamente o conteúdo que absorvem.
Além disso, gostaríamos de acreditar que todos os vendedores de jogos obedecem às normas de classificação de idade, não disponibilizando determinados títulos àqueles que não possuem maturidade para encará-los. Obviamente que sempre haverá dissidência, mas nós como sociedade devemos lutar para que as normas sejam obedecidas. Agora, sem mais delongas, seguem os dez video games mais controversos da história!
Os dez melhores
Ou piores!
- 10 – Death Race - 1976
O precursor dos games de corrida violentos, desenvolvido originalmente para arcades, foi um dos primeiros jogos cujo objetivo era explicitamente mal-intencionado. O jogador devia tentar acertar pedestres com seu carro de forma a matá-los e acumular pontos.
Lançado em 1976, obviamente os gráficos são bastante simples para os padrões de hoje, mas a intenção sanguinária já estava presente! Por isso, o título gerou diversos protestos nos Estados Unidos e foi noticiado mundo afora, o que causou o fim de sua produção. Sua idade avançada mostra que polêmicas sobre video games não são uma coisa recente!
- 9 – Everquest - 1999

O conteúdo de Everquest não difere muito daquele encontrado em diversos outros RPGs do mercado, sejam eles online ou não. No entanto, sendo o título que estabeleceu as bases do gênero MMORPG moderno e um dos primeiros a alcançar estrondoso sucesso, recebeu muita atenção. Devido à grande quantidade de tempo que pode ser investida no jogo, recebeu críticas de diversas entidades e indivíduos, que diziam conhecer pessoas literalmente “viciadas”, comparando o game a drogas.
Isto, juntamente com uma análise extremamente superficial, levou Everquest a ser banido no Brasil, tornando proibida a venda em todo o território nacional. Isto que o número de assinantes nunca chegou nem perto do atingido por World of Warcraft. Imagine quando o poder judiciário brasileiro resolver olhar para aqueles lados...
- 8 – Counter-Strike - 1999
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Seguindo a série de jogos banidos no Brasil temos a febre do início da década, Counter-Strike. Este FPS fez um sucesso tremendo no país, impulsionado em grande parte pela explosão do mercado de Lan Houses, que possibilitavam fácil acesso a potentes computadores e inúmeros oponentes para aqueles que não possuíam bom equipamento em casa – ou simplesmente buscavam ver cara-a-cara as pessoas que enfrentavam.
Criticado por permitir a personificação de terroristas que matam policiais a sangue-frio, além de possuir violência bastante gráfica, o jogo foi objeto de muitas discussões a respeito de video games muito realistas e seu acesso a menores.
- 7 – Bully - 2006
Fechando nossa lista de jogos proibidos no país está Bully, uma espécie de GTA com protagonistas em idade escolar. Seguindo os passos de um menor delinquente, o jogo criado pela Rockstar – desenvolvedora de três dos games em nossa lista – sofreu pesadas críticas a respeito de diversos temas presentes na história.
Desde violência cometida por crianças contra crianças, até homossexualismo, diversos aspectos foram considerados por certas pessoas como impróprios para o público-alvo, adolescentes. Estes foram alguns dos fatores considerados pelo juiz que baniu o jogo do Brasil, alegando que é uma má influência para jovens.
- 6 – Manhunt (franquia) - 2003
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Este outro título da Rockstar é um jogo de furtividade, onde o objetivo é matar pessoas da forma mais brutal possível. Desde sufocamento com um saco plástico – ao estilo Tropa de Elite – até arrancar cabeças com um pé-de-cabra, quanto mais sanguinária a morte, mais pontos.
O jogo foi banido em diversos países pelas mais variadas razões. Tanto pela violência quanto pela justificativa das mortes, muitas nações consideraram o jogo extremamente ofensivo. Isto foi reforçado ainda mais quando, no Reino Unido, se tentou utilizar o game como justificativa por um assassinato.
- 5 – Duke Nukem 3D - 1996
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Duke Nukem foi uma fonte inesgotável de polêmica. O palavreado do protagonista, as suas ações completamente caóticas – como defecar na cabeça de um alienígena morto – e o conteúdo adulto, com strippers que poderiam ganhar gorjetas e em seguida explodidas com as armas, foram algumas das razões.
Os gráficos, que eram bem melhores que os de Doom – confira abaixo – também foram criticados pelo que na época eram imagens realistas de sanguinolência. Mesmo com a possibilidade de se colocar senha para bloquear o conteúdo controverso, poucos são os pais que sequer sabiam de sua existência.
- 4 – Mortal Kombat - 1992
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O clássico jogo de luta horrorizou multidões quando de seu lançamento, em 1992. A enorme quantidade de sangue espirrado resultante dos golpes, sem falar dos Fatalities absurdamente violentos, chocou inúmeras pessoas.
Apesar disso, o título foi tão bem-sucedido que gerou sequências e até mesmo filmes, embora não fossem tão sanguinolentos quando o game original.
- 3 – Doom - 1993
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O FPS que revolucionou o gênero foi também alvo de críticas duras. Além de sua enorme quantidade de violência e sangue, o jogo tocava em alguns tópicos religiosos, causando a reação de alguns devotos mais fervorosos. Além disso, o tiroteio na escola de Columbine deu muita publicidade ao fato de que os jovens jogavam Doom.
Isto, acoplado ao imenso sucesso do título, contribuiu para diversos pedidos de proibição e regulamentação de video games violentos, especialmente os de tiro. No entanto, nada pôde evitar que o jogo se tornasse um clássico.
- 2 – GTA (franquia) - 1997
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A série GTA causou polêmica desde seu primeiro título publicado. O objetivo de roubar carros foi expandido em games subsequentes até chegar a um quase-RPG onde o jogador encarna um criminoso e deve participar de inúmeras atividades ilegais para se consolidar no submundo.
Assassinatos encomendados, sequestros, incêndios, prostituição, todos estes elementos fizeram com que GTA se tornasse alvo de crítica pelos mais variados setores da sociedade. A descoberta da existência de um minigame de sexo no jogo criou ainda mais controvérsia, chegando a extrapolar os limites da publicidade e fazendo que a Rockstar fosse penalizada por alguns governos.
Nada disso pareceu abalar as vendas e o desenvolvimento de sequências, no entanto, visto que a série se tornou uma das mais populares do entretenimento digital e o último game da franquia, GTA IV, foi um sucesso estrondoso.
- 1 – Carmageddon - 1997
Finalmente chegamos ao topo – ou fundo, como preferir – da lista, com Carmageddon. Embora o gênero de corrida não fosse nada novo, a possibilidade de se completar níveis matando todos os pedestres era simplesmente inconcebível para alguns. Lançado em 1997, o jogo foi proibido no Brasil devido a sua extrema violência e ao que era visto como encorajamento de direção irresponsável.
No entanto,era uma época em que a internet começava a se popularizar no país e ganhar velocidades aceitáveis, o que fez com que muitas pessoas buscassem o jogo online. O boca-a-boca resultante da publicidade obtida através da polêmica fez com que inúmeras pessoas procurassem o game, até mesmo crianças de dez anos de idade.
Várias versões modificadas foram utilizadas para tentar fazer com que o jogo fosse aceito em alguns lugares, mas a fama ficou. Ao perguntar a alguém que cresceu jogando video games sobre o que é Carmageddon, a resposta será clara: atropelar pessoas, com a corrida ficando em um segundo – e distante – plano.
Os não tão famosos
Mas ainda assim controversos
Se um jogo que você acredita ser extremamente controverso não apareceu em nossa lista, não hesite em deixar aqui sua opinião! Polêmica em jogos virtuais é uma fonte inesgotável e os escolhidos acima foram apenas os mais impactantes. Segue abaixo uma pequena lista de jogos que foram considerados para inclusão, como referência:
- 7 Sins
- Diablo
- Custer’s Revenge
- Rule of Rose
- The Guy Game
- Postal (franquia)
- Kingpin: Life of Crime
- Leisure Suit Larry (franquia)
- Night Trap
- Torrente
- Super Columbine Massacre RPG
- Ethnic Cleansing
- JFK: Reloaded
- God of War
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