Não galera, não é o fim do portal TecMundo Games. Muito pelo contrário, isto é mais um especial que preparamos com carinho para os usuários. E, desta vez, um dos temas é algo que pode mexer com os nervos de muitos jogadores: finais de games, retratados de inúmeras maneiras pelas grandes desenvolvedoras.
E quem poderia esquecer dos finais "inesperados", causados pelos erros dos próprios jogadores? O Game Over é um conjunto de palavras que causa o desespero e a tristeza em muitos, mas também atiça mais ainda certos gamers a encontrarem novas maneiras de superar os desafios.
Há títulos nos quais não é possível perder. A jogabilidade, certas vezes, aparece de tal maneira que não há uma quantidade delimitada de tentativas que o gamer deveria possuir. Em alguns jogos, não há um número de "vidas" específico designado para o(s) personagem(ns) principal(is).
Também não podemos deixar de mencionar os jogos "sem fim", nos quais não há a possibilidade de perder o personagem utilizado. A maioria deles é do tipo MMO (multiplayer online em massa), já que a idéia é que o gamer jogue pelo tempo que quiser.
Dito isso, sejam bem-vindos ao especial The End of TecMundo Games, o especial que começa pelo fim.
The End
Congratulations! You did it!
Para começar, acompanhe estes vídeos angustiantes de alguns dos piores finais da história dos videogames:
Há quem diga que o elemento crucial dos jogos é a introdução, a apresentação. O argumento é que a parte inicial seja fundamental para fazer o gamer "começar com o pé direito", amenizando a jogabilidade, caso essa seja ruim. No entanto, boa parte dos jogadores modernos acredita que o desfecho de um game deve seguir, no mínimo, a mesma qualidade dos outros quesitos (recursos técnicos, jogabilidade, desafio e, é claro, diversão).
Muitos desenvolvedores adotaram a idéia de criar finais múltiplos para um mesmo game. Isso não é da atualidade, pois títulos relativamente antigos já tinham esse atrativo. Caso o jogador optasse por um rumo diferente com seu personagem, poderia presenciar um fechamento completamente diferente em relação às demais alternativas.
Há ótimos exemplos de produções modernas que possuem finais alternativos. Eternal Sonata, para o PlayStation 3, aparecerá em fevereiro de 2009 com a premissa de conter uma aventura épica e finais variados. Mass Effect, da mesma forma que Star Wars: Knights of the Old Republic, termina de acordo com o caráter das decisões feitas pelo gamer no desenrolar da trama.
Destaques interessantes
Muitas empresas capricham na hora de inventar finalizações para os games. A Bethesda, por exemplo, relatou recentemente que o título Fallout 3, promessa para as plataformas de última geração PC, PS3 e Xbox 360, terá mais de 500 variações diferentes para os desfechos do jogo. Uma quantidade admirável.
Já Solid Snake irrompe no PS3 de maneira destruidora no final do aclamado Metal Gear Solid IV: Guns of the Patriots. Cenas surpreendentes aguardam os jogadores que chegarem ao término desta épica produção de Hideo Kojima. Sem querer estragar a surpresa, basta dizer que Big Boss aparece fenomenalmente em meio aos créditos do game. Em Metal Gear Solid (o primeiro), os finais alternativos — embasados na tortura de Solid Snake — trazem extras para que o gamer continue jogando.
Na série Final Fantasy, é clara a dedicação da Square Enix em criar desfechos magníficos para os episódios. Boa parte dos jogadores gosta dos finais de Final Fantasy VII e Final Fantasy VIII, mas é praticamente inevitável sentir fortes emoções depois da última batalha de Final Fantasy X. Tidus sofre, e como.
Silent Hill 2 é um dos destaques da franquia da Konami no que diz respeito a finais. Para vários fãs, isso não quer dizer algo bom. Dois finais (a versão final do título possui seis finais diferentes) foram considerados por muitos jogadores e críticos como simplesmente decepcionantes, destoando completamente da trama principal. E não é a idade que torna os desfechos melhores ou piores. Jogos mais antigos, como Chrono Cross (no qual a combinação de elementos determina o final), Chrono Trigger, Castlevania: Symphony of the Night (castelo de ponta-cabeça no final alternativo), Street Fighter II e Soul Reaver ratificam o conceito de que o final de games é bom ou ruim de acordo com o enredo e a competência dos desenvolvedores.
Por outro lado, Fatal Frame, Shadow of the Colossus, Call of Duty 4: Modern Warfare, Assassin's Creed e o novo Turok marcam as novas gerações de jogos com finais espetaculares. Em CoD 4, por exemplo, o jogador tem que utilizar até o último suspiro do combatente, portando apenas uma pistola para vencer. O game da Infinity Ward tem um dos melhores finais de todos os FPSs (jogos de tiro em perspectiva de primeira pessoa) já criados.
Game Over
Chegou a vez de abordar os términos inesperados dos jogos. Os gamers, muitas vezes, têm o dom de realizar ações tão peculiares que os mais diferentes tipos de Game Over aparecem. Na realidade, não há tantos tipos assim de Game Over, mas há milhões de maneiras de perder em um mesmo jogo.
Bem, um dos títulos mais famosos de toda a história é a maior prova disso. A série de luta Mortal Kombat implantou várias maneiras de causar o Game Over para alguns jogadores. Fatality, Babality, Animality, Friendship e Brutality são termos conhecidos por quase todos os fãs de jogos de luta. Aplicando uma dessas finalizações, é Game Over para o oponente na certa.
O primeiro Resident Evil, além de oferecer desafios inigualáveis (na época em que foi lançado, é claro), conquistou muitas pessoas com sua tela sangrenta de Game Over. Outro game que oferece uma dificuldade maior que o normal é Maniac Mansion, da LucasArts. Nesses casos, vencer realmente não é fácil.
No entanto, há jogos que "enganam" os gamers. Em Metal Gear Solid 3, por exemplo, o Game Over é inevitável caso a habilidade de Snake de "se fingir de morto" não seja utilizada sabiamente. Medal of Honor: Allied Assault também impressiona com o começo da pancadaria (o jogador desembarca na praia e é fuzilado furiosamente) e Monkey Island — também da LucasArts — mostra créditos precipitadamente de forma hilariante. As habilidades dos jogadores são testadas incessantemente em títulos de renome como Gears of War. Em GoW (principalmente no modo multiplayer), o gamer deve evitar a todo o custo ser serrado pelos inimigos, pois, caso o barulho fatídico seja ouvido, não há escapatória: é morte. Nos jogos de Mario, algumas fases devem ser experimentadas dezenas de vezes para que a movimentação do italiano bigodudo seja feita corretamente.
E a dupla Game + Over também causa cenas memoráveis no mundo dos games. Quem não lembra da frase "Game over, man!" do título Alien 3?
The... End?
Ei, não tem como perder neste jogo?
A maior parte dos jogos de aventura é conhecida por envolver os gamers (normalmente usuários do PC) em constantes desafios lógicos e difíceis. Com isso, seria quase um pecado fazer com que os personagens principais desses jogos simplesmente morressem e os jogadores perdessem todo o progresso. Um ótimo benefício, mas dá-lhe Save Game e muita paciência para chegar ao fim.
Braid, cuja análise foi feita recentemente pelo TecMundo Games, é uma espécie de Mario com manipulação do tempo. A idéia é maravilhosa, mas o jogo também não possui Game Over. Monster Madness: Grave Danger — também analisado recentemente — oferece bons tiroteios com uma turma de adolescentes, mas não há como morrer. O mesmo ocorre com vários jogos LEGO. Algumas pessoas não entendem que, em certos casos, os desenvolvedores evitam criar um tipo de Game Over para que o desafio seja aumentado, exigindo um maior tempo de jogo para a vitória. Ainda assim, há jogos que mostram claramente essa falta de Game Over como um desafio a menos, o que retira totalmente a diversão de superar os obstáculos.
Por fim, jogos sem fim
Diversas produções são encaradas como jogos com começo, mas sem final. Os MMOs são os maiores exemplos disso, pois, criando um tipo de personagem principal e partindo para a ação com outros jogadores, não há como perder definitivamente. Seja World of Warcraft, Age of Conan: Hyborian Adventures ou Warhammer Online: Age of Reckoning, após a criação do personagem, não há como perdê-lo a não ser que o gamer exclua a conta de alguma maneira. Mas não são apenas os MMOs que se encaixam nesta categoria. Uma boa quantidade de jogos de consoles antigos (como Atari e Odyssey) não possui final. Bem, nem todos os games são perfeitos.
THE END
E quem poderia esquecer dos finais "inesperados", causados pelos erros dos próprios jogadores? O Game Over é um conjunto de palavras que causa o desespero e a tristeza em muitos, mas também atiça mais ainda certos gamers a encontrarem novas maneiras de superar os desafios.
)
Também não podemos deixar de mencionar os jogos "sem fim", nos quais não há a possibilidade de perder o personagem utilizado. A maioria deles é do tipo MMO (multiplayer online em massa), já que a idéia é que o gamer jogue pelo tempo que quiser.
Dito isso, sejam bem-vindos ao especial The End of TecMundo Games, o especial que começa pelo fim.
The End
Congratulations! You did it!
Para começar, acompanhe estes vídeos angustiantes de alguns dos piores finais da história dos videogames:
Primeira parte
Segunda parte
Terceira parte
Há quem diga que o elemento crucial dos jogos é a introdução, a apresentação. O argumento é que a parte inicial seja fundamental para fazer o gamer "começar com o pé direito", amenizando a jogabilidade, caso essa seja ruim. No entanto, boa parte dos jogadores modernos acredita que o desfecho de um game deve seguir, no mínimo, a mesma qualidade dos outros quesitos (recursos técnicos, jogabilidade, desafio e, é claro, diversão).
Muitos desenvolvedores adotaram a idéia de criar finais múltiplos para um mesmo game. Isso não é da atualidade, pois títulos relativamente antigos já tinham esse atrativo. Caso o jogador optasse por um rumo diferente com seu personagem, poderia presenciar um fechamento completamente diferente em relação às demais alternativas.
Há ótimos exemplos de produções modernas que possuem finais alternativos. Eternal Sonata, para o PlayStation 3, aparecerá em fevereiro de 2009 com a premissa de conter uma aventura épica e finais variados. Mass Effect, da mesma forma que Star Wars: Knights of the Old Republic, termina de acordo com o caráter das decisões feitas pelo gamer no desenrolar da trama.
Destaques interessantes
Muitas empresas capricham na hora de inventar finalizações para os games. A Bethesda, por exemplo, relatou recentemente que o título Fallout 3, promessa para as plataformas de última geração PC, PS3 e Xbox 360, terá mais de 500 variações diferentes para os desfechos do jogo. Uma quantidade admirável.
Já Solid Snake irrompe no PS3 de maneira destruidora no final do aclamado Metal Gear Solid IV: Guns of the Patriots. Cenas surpreendentes aguardam os jogadores que chegarem ao término desta épica produção de Hideo Kojima. Sem querer estragar a surpresa, basta dizer que Big Boss aparece fenomenalmente em meio aos créditos do game. Em Metal Gear Solid (o primeiro), os finais alternativos — embasados na tortura de Solid Snake — trazem extras para que o gamer continue jogando.Na série Final Fantasy, é clara a dedicação da Square Enix em criar desfechos magníficos para os episódios. Boa parte dos jogadores gosta dos finais de Final Fantasy VII e Final Fantasy VIII, mas é praticamente inevitável sentir fortes emoções depois da última batalha de Final Fantasy X. Tidus sofre, e como.
Silent Hill 2 é um dos destaques da franquia da Konami no que diz respeito a finais. Para vários fãs, isso não quer dizer algo bom. Dois finais (a versão final do título possui seis finais diferentes) foram considerados por muitos jogadores e críticos como simplesmente decepcionantes, destoando completamente da trama principal. E não é a idade que torna os desfechos melhores ou piores. Jogos mais antigos, como Chrono Cross (no qual a combinação de elementos determina o final), Chrono Trigger, Castlevania: Symphony of the Night (castelo de ponta-cabeça no final alternativo), Street Fighter II e Soul Reaver ratificam o conceito de que o final de games é bom ou ruim de acordo com o enredo e a competência dos desenvolvedores.
Por outro lado, Fatal Frame, Shadow of the Colossus, Call of Duty 4: Modern Warfare, Assassin's Creed e o novo Turok marcam as novas gerações de jogos com finais espetaculares. Em CoD 4, por exemplo, o jogador tem que utilizar até o último suspiro do combatente, portando apenas uma pistola para vencer. O game da Infinity Ward tem um dos melhores finais de todos os FPSs (jogos de tiro em perspectiva de primeira pessoa) já criados.
Game Over
As duas palavras malditas
Chegou a vez de abordar os términos inesperados dos jogos. Os gamers, muitas vezes, têm o dom de realizar ações tão peculiares que os mais diferentes tipos de Game Over aparecem. Na realidade, não há tantos tipos assim de Game Over, mas há milhões de maneiras de perder em um mesmo jogo.
Bem, um dos títulos mais famosos de toda a história é a maior prova disso. A série de luta Mortal Kombat implantou várias maneiras de causar o Game Over para alguns jogadores. Fatality, Babality, Animality, Friendship e Brutality são termos conhecidos por quase todos os fãs de jogos de luta. Aplicando uma dessas finalizações, é Game Over para o oponente na certa.
Uma série de Fatalities de Mortal Kombat
O primeiro Resident Evil, além de oferecer desafios inigualáveis (na época em que foi lançado, é claro), conquistou muitas pessoas com sua tela sangrenta de Game Over. Outro game que oferece uma dificuldade maior que o normal é Maniac Mansion, da LucasArts. Nesses casos, vencer realmente não é fácil.
No entanto, há jogos que "enganam" os gamers. Em Metal Gear Solid 3, por exemplo, o Game Over é inevitável caso a habilidade de Snake de "se fingir de morto" não seja utilizada sabiamente. Medal of Honor: Allied Assault também impressiona com o começo da pancadaria (o jogador desembarca na praia e é fuzilado furiosamente) e Monkey Island — também da LucasArts — mostra créditos precipitadamente de forma hilariante. As habilidades dos jogadores são testadas incessantemente em títulos de renome como Gears of War. Em GoW (principalmente no modo multiplayer), o gamer deve evitar a todo o custo ser serrado pelos inimigos, pois, caso o barulho fatídico seja ouvido, não há escapatória: é morte. Nos jogos de Mario, algumas fases devem ser experimentadas dezenas de vezes para que a movimentação do italiano bigodudo seja feita corretamente.
E a dupla Game + Over também causa cenas memoráveis no mundo dos games. Quem não lembra da frase "Game over, man!" do título Alien 3?
Três palavras famosas
The... End?
Ei, não tem como perder neste jogo?
A maior parte dos jogos de aventura é conhecida por envolver os gamers (normalmente usuários do PC) em constantes desafios lógicos e difíceis. Com isso, seria quase um pecado fazer com que os personagens principais desses jogos simplesmente morressem e os jogadores perdessem todo o progresso. Um ótimo benefício, mas dá-lhe Save Game e muita paciência para chegar ao fim.
Braid, cuja análise foi feita recentemente pelo TecMundo Games, é uma espécie de Mario com manipulação do tempo. A idéia é maravilhosa, mas o jogo também não possui Game Over. Monster Madness: Grave Danger — também analisado recentemente — oferece bons tiroteios com uma turma de adolescentes, mas não há como morrer. O mesmo ocorre com vários jogos LEGO. Algumas pessoas não entendem que, em certos casos, os desenvolvedores evitam criar um tipo de Game Over para que o desafio seja aumentado, exigindo um maior tempo de jogo para a vitória. Ainda assim, há jogos que mostram claramente essa falta de Game Over como um desafio a menos, o que retira totalmente a diversão de superar os obstáculos.
Por fim, jogos sem fim
Chamados por muitos de games "sem propósito"
Diversas produções são encaradas como jogos com começo, mas sem final. Os MMOs são os maiores exemplos disso, pois, criando um tipo de personagem principal e partindo para a ação com outros jogadores, não há como perder definitivamente. Seja World of Warcraft, Age of Conan: Hyborian Adventures ou Warhammer Online: Age of Reckoning, após a criação do personagem, não há como perdê-lo a não ser que o gamer exclua a conta de alguma maneira. Mas não são apenas os MMOs que se encaixam nesta categoria. Uma boa quantidade de jogos de consoles antigos (como Atari e Odyssey) não possui final. Bem, nem todos os games são perfeitos.
THE END
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