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Estadão terá nova cobertura de tecnologia em 2026

A partir de 1º de janeiro de 2026, o Estadão reformula sua cobertura de tecnologia, ancorando-a nas marcas TecMundo e The Brief — adquiridas em outubro com a compra da NZN.

Avatar do(a) autor(a): Carlos Palmeira

schedule22/12/2025, às 16:15

updateAtualizado em 22/12/2025, às 18:10

A partir de 1º de janeiro de 2026, o Estadão reformula sua cobertura de tecnologia, ancorando-a nas marcas TecMundo e The Brief — adquiridas em outubro com a compra da NZN. O jornal mantém a produção jornalística autoral, com reportagens e análises de alto prestígio publicadas em diversas editorias conforme o tema.

O Estadão estreia sua nova cobertura de tecnologia com presença confirmada na CES 2026, a maior feira de inovação do mundo, que acontece de 4 a 9 de janeiro em Las Vegas. A partir de 4 de janeiro, a equipe do jornal estará no evento por convite oficial da Consumer Technology Association (CTA), organizadora da feira — um reconhecimento à relevância da cobertura tecnológica do Estadão no Brasil. A edição de 2026 deve reunir mais de 142 mil participantes, incluindo líderes do setor como Jensen Huang, CEO da Nvidia, que fará apresentação especial no dia 5 de janeiro, além de lançamentos de gigantes como Samsung, Intel e AMD e inovações de startups globais.

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“A tecnologia é onipresente nas nossas vidas. No mercado de trabalho, nos negócios, na educação dos filhos, nos produtos que não saem das nossas mãos. Este novo modelo de cobertura permite ao Estadão levar melhor ao público tanto o olhar especializado de quem vive de tech como a contextualização necessária entre a tecnologia e qualquer outro assunto, independente da área”, diz Leonardo Mendes Júnior, diretor de Redação do Estadão.

Os materiais produzidos por TecMundo, The Brief e Estadão poderão aparecer também nas edições impressas do ‘Estadão’.

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Primeira publicação do Link, em 18 de outubro de 2004 (Foto: Tiago Queiroz/Estadão)

Link

Com isso, o Estadão anunciou ontem (21) o encerramento de sua editoria de tecnologia, o Link. Com 21 anos no ar, a marca se encerra deixando um legado de grandes e históricas coberturas jornalísticas.

Pioneiro no jornalismo de tecnologia no Brasil, o Link foi criado em 18 de outubro de 2004, quando o mundo era bastante diferente do atual. Naquele período, o Brasil se encontrava em um período majoritariamente analógico.

O Link nasceu em um ano bastante particular da nossa história. Em 2004, o mundo presenciou o nascimento do Orkut, considerada a primeira rede social de massa do mundo. Além da plataforma que servia para vermos fotos de amigos, mandar mensagens, deixar depoimentos e encontrarmos pessoas com gostos parecidos nas comunidades, em 2004 também foram lançados o Gmail, Motorola Razr V3, Nintendo DS, PSP e o AirPod de 4ª geração, por exemplo.

Bruno Romani, editor do Link, comentou que o "Link entendeu muito cedo o impacto da tecnologia no mundo. Economia, comportamento, cultura, trabalho, relacionamentos, política, educação, poder: tudo seria transformado pelo ambiente digital. Ao longo de 21 anos, foi um pilar da cobertura no Brasil, inspirou e provocou leitores — dos mais jovens aos tomadores de decisão —, além de formar gerações de jornalistas talentosíssimos. O legado é muito poderoso”.

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Link antecipou tendências (Foto: Tiago Queiroz/Estadão)

O quem vem por aí?

O TecMundo, agora dentro do Estadão, chega com a missão de carregar o legado do Link e trazer mais de sua cultura hiperconectada e com foco multiplataforma.

Ao Estadão, o editor-chefe do TecMundo, Minha Série, Voxel e The BRIEF, Felipe Payão, disse: "Para o TecMundo é uma honra fazer parte da estrutura Estadão. O TecMundo nasceu digital, tem uma equipe cronicamente online e multiplataforma, que atua em vídeos, mídias sociais e site de modo integrado. Nossa capacidade de infiltração e gerar discussões sobre temas atuais - seja em cibersegurança ou filmes e séries -, alinhada ao padrão ouro de jornalismo do Estadão renderá algo inédito no Brasil: uma potência de cobertura transversal, que abraça todos os formatos de mídia possíveis, mergulhada em apuração e tendência, que saiba informar desde o leitor chega agora ao mundo das notícias até o leitor tomador de decisão, que prima por um trabalho mais profundo”.

No ar desde 2011, o TecMundo continuará com sua cobertura jornalística crítica sobre produto, cibersegurança, internet e software – além dos conteúdos sobre cultura pop e games, no Minha Série e Voxel, e mercado, no The BRIEF.

Acompanhe a matéria “Estadão terá nova cobertura de tecnologia a partir de 2026” para mais informações.

No ar desde 2011, o TecMundo continuará com sua cobertura jornalística crítica sobre produto, cibersegurança, internet e software – além dos conteúdos sobre cultura pop e games, no Minha Série e Voxel, e mercado, no The BRIEF.

Perguntas Frequentes

O que foi o Link e por que ele foi encerrado?
O Link foi a editoria de tecnologia do jornal Estadão, criada em 18 de outubro de 2004. Com 21 anos de história, foi pioneira no jornalismo de tecnologia no Brasil, cobrindo marcos importantes da era digital. O encerramento foi anunciado em dezembro de 2025, e a cobertura de tecnologia do Estadão será assumida pelo TecMundo a partir de 2026.
Quais foram algumas das coberturas mais marcantes do Link?
O Link acompanhou eventos históricos como a chegada de Mark Zuckerberg ao Brasil, o lançamento do iPhone 3GS, a popularização e queda das lan houses, a venda do Kindle 3G no Brasil, a febre do Tumblr, o lançamento da primeira TV OLED da Samsung e a chegada de Pokémon Go ao país. Também abordou temas como inteligência artificial generativa e os dilemas éticos da tecnologia.
Qual será o papel do TecMundo na cobertura de tecnologia do Estadão?
O TecMundo assumirá a cobertura de tecnologia do Estadão a partir de 1º de janeiro de 2026. Com uma equipe digital, multiplataforma e integrada, o TecMundo promete manter uma abordagem crítica e aprofundada sobre temas como cibersegurança, produtos, cultura pop, games e inovação, mantendo o padrão jornalístico do Estadão.
O que diferencia o TecMundo como veículo de tecnologia?
O TecMundo nasceu digital e atua de forma integrada em vídeos, redes sociais e site. Sua equipe é descrita como "cronicamente online", com capacidade de gerar discussões relevantes sobre temas atuais. Além disso, conta com marcas como Minha Série, Voxel e The BRIEF, que ampliam sua cobertura para cultura pop, games e mercado.
Como o Link influenciou o jornalismo de tecnologia no Brasil?
Segundo Bruno Romani, editor do Link, a editoria entendeu desde cedo o impacto da tecnologia em diversas áreas da sociedade, como economia, comportamento, cultura e política. Ao longo de 21 anos, formou gerações de jornalistas e inspirou leitores com uma cobertura crítica e inovadora.
O que muda para os leitores com a transição do Link para o TecMundo?
Com a transição, os leitores terão acesso a uma cobertura mais ampla e multiplataforma, com conteúdos originais e aprofundados. O TecMundo manterá o olhar crítico sobre os principais temas da tecnologia e continuará sendo um guia para decisões de consumo, além de expandir sua atuação com o apoio da estrutura do Estadão.
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